quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Delírio para outrem

Considerando certa perturbação espiritual, que há três dias me circunda sem verdadeiro êxito, foi-me necessário escrever para regularizar a minha alma.

No último ritual realizado, com a invocação de Azazel, fui chamado por ele de conservo. Esta situação me encheu de alegria por saber que há muita consideração a respeito da missão de minha pessoa. Por outro lado me fez refletir "qual o motivo pelo qual minhas energias paralisaram ao ponto de invocar outro ser?". Ainda reflito nesta questão. Qual seria o outro operador que se dispôs a confrontar o nível elevado de energia? Desencarnações comprovaram que as energias continuam ativas, porém perdi a sensibilidade da potência delas, desregulada, atingiram "metas" com demasiada intensidade, mas sem a consciência delas.

Passados meses do fato, na última visita a um cemitério, observei nas sepulturas uma distribuição de níveis de energia, desde almas oprimidas e presas, a almas cruéis esperando por vítimas, e até portais com saída deste mundo para uma felicidade maior. Estava com a sensibilidade elevada, mesmo o meu consciente estando muito abalado, porém racionalmente distante da relação entre manuseá-las, senti-las e aferi-las.

A energia de materialização e sua relação com o tempo foram desalinhados por um bruxo de linha cinza,  que saiu de seu estado para outro com a motivação de exercer domínio sobre o conservo de Azazel. Para  sua tentativa, o cinzento teve que ser auxiliado pelo ex-bruxo de Belzebú, que agora está sob custódia de um Anjo de Safira. O custodiado sinalizou a variação de sua energia como "espírito de porco", mas com sorriso de sua conversão e estranhamento do tipo de Espírito pelo qual está sendo conduzido.

Delírio para outrem

Considerando certa perturbação espiritual, que há três dias me circunda sem verdadeiro êxito, foi-me necessário escrever para regularizar a ...